Lançamento: Trimiliqui no pedaço !

Saudações, amantes da boa cerveja !

Nesse último sábado,  29/11/2014,  acompanhamos o lançamento da Trimiliqui, a nova cerveja colaborativa da Urbana e da Blondine.

Como havíamos adiantado em nosso post anterior, a receita foi elaborada por André Cancegliero e executada por Victor Pereira Marinho,  que tem sido o responsável pelas cervejas da Urbana.

Victor Marinho, responsável pela cerveja, e Paulo Almeida, sócio do Delirium Café São Paulo.
Victor Marinho, responsável pela cerveja, e Paulo Almeida, sócio do Delirium Café São Paulo.

O lançamento dessa cerveja aconteceu num paraíso em forma de bar cervejeiro: Delirium Café, de São Paulo, um lugar que mal foi inaugurado e já se tornou simplesmente o melhor lugar para se tomar uma cerveja em São Paulo.

Absolutamente fantástico, com suas mais de 20 torneiras penduradas, além de suas centenas de cervejas disponíveis em garrafa. O lugar é tão maravilhoso que merece um Post só para ele (e, logicamente, mais uma visita para registrar tudo com calma).

O único ponto “negativo” do Delirium é que o ambiente intimista é um pouco escuro demais para registrar boas fotos.

A interminável fila de torneiras, guardadas pelo elefante cor de rosa, ícone do Delirium.
A interminável fila de torneiras, guardadas pelo elefante cor de rosa, ícone do Delirium.

Voltando à TRIMILIQUI, ela é uma Belgian Strong Brown Ale, com 8,3% e 40 IBU.

A novidade do dia!
A novidade do dia!

Ela foi elaborada com maltes ingleses e com levedura de característica belga, gerando um contraste interessante do malte de seu corpo com os ésteres frutados da levadura Trappist Ale, da Bio4.

Foram degustadas as duas versões da cerveja, em chope e em garrafa, essa última tendo passado por processo de pasteurização.

A aparência da cerveja é muito bonita, com uma coloração marron escura e uma espuma de boa formação e duração. Na versão engarrafada, a espuma estava com maior persistência, mas isso deve-se em parte à temperatura de serviço, que na versão em chope era ligeiramente mais baixa – a cerveja engarrafada estava um pouco mais quente que o chope.

A cerveja é encorpada, com sua base maltada dando suporte ao amargor e ao álcool, gerando um equilíbrio perigoso para uma cerveja de 8,3% de álcool. Fácil de beber !

Apesar de seus 40 IBU, o amargor não é tão marcante, sua sensação é atenuada pelo caráter frutado da levedura e pelo corpo aveludado do malte, e o after taste é levemente adocicado e alcoólico.

Na versão engarrafada, talvez devido ao fato de a cerveja ter chegado ao copo um pouco mais quente que o chope (ou talvez por alguma reação gerada pelo processo de pasteurização) a sensação de álcool era um pouco mais evidente, e o frutado da levedura também era mais evidente no olfato. No mais, era a mesma cerveja, com a mesma personalidade e o mesmo sabor marcante.

Enfim, uma ótima pedida, uma excelente Belgian Strong Brown Ale, só cairia melhor se fosse degustada num dia mais frio. Com a “lua” que estava fazendo, depois da degustação passamos para coisas mais apropriadas ao calor, como a deliciosa Saison de Cajú, da cervejaria Tupiniquim.  Mas isso também é assunto para outro Post…

Bom, é isso, pessoal ! Até a próxima !

Bons goles a todos !

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